ABANDONO AFETIVO!
A grande questão discutida hoje acerca desta temática é a idenização finânceira ganha na justiça pela ausência afetiva do pai na vida do filho. Será que o dinheiro pode substituir o carinho, o amor e a presença de um pai no processo de formação da pessoa em todos os aspectos? As opiniões são diversas. Contudo, para argumentar sobre uma situação complexa como esta é preciso analisar e buscar entender as duas partes, na medida em que envolve sentimentos e sentimentos não podem ser comprados, além de trazer mágoas de ambas as partes, no caso de quem se sentir prejudicada ou injustiçada.
Existem vários questionamentos a considerar, posto que o abandono afetivo pode ser decorrente de fatores distintos. Fatores que vão além da situação econômica, da separação ou da distância entre pais e fihos. O abandono afetivo está estritamente ligado ao amor. Pagar não substitue o amor, não substitue o carinho de pai ou de mãe. Antes de pagar, é necessário ser pai, ser mãe.
Se tomarmos o exemplo de pais que adotam crianças, se tem um clássico exemplo de amor, porque pais biológicos são pais por natureza, mas quem adota escolhe ser pai ou mãe. Amor de pais e filhos é algo intrínseco ao ser humano. Não pode ser esquecido e nem substituido, se isso acontece é porque não existe amor. Não se põe em questão AMOR x DINHEIRO.

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